Aneel aprova distribuição de TV paga e internet por rede de energia

Agosto 26, 2009

Brasília

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem as regras para o uso da tecnologia conhecida como “Power Line Communications” (PLC) no país – sistema que utiliza a rede de energia elétrica como meio de transporte de sinais de internet, vídeo e voz.

Na prática, o sistema permitirá, assim que implementado, o acesso à internet, ou à TV por assinatura, por meio da rede elétrica – já presente na maior parte das residências do Brasil. “Assim, um ponto de energia pode ser uma tomada para ligar o eletrodoméstico e, simultaneamente, um ponto de rede de dados para a provedora de internet ou TV por assinatura”, explicou a Aneel, em nota.

Segundo a Agência, os consumidores de telecomunicações serão beneficiados, uma vez que o uso de redes existentes “evita custos com implantação de novas infraestruturas ou necessita de poucos investimentos”.

Outro benefício, informou a Aneel, é a utilização da rede elétrica para a inclusão digital, pois a penetração do serviço de energia elétrica é maior que o de telecomunicação.

O serviço não estará disponível, porém, de imediato. O início das operações em cada região depende das distribuidoras. Segundo as regras do setor elétrico, as concessionárias só podem prestar serviços de distribuição de energia. Desse modo, não podem operar diretamente os serviços de internet. Se optarem por entrar no negócio, terão de criar uma subsidiária com esta finalidade, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica.

De acordo com a Aneel, a medida representará redução de custos aos consumidores, pois estes poderão contar com a “apropriação” de parte dos “lucros adicionais” obtidos por meio da cessão das instalações de distribuição, em benefício do estabelecimento de tarifas mais baixas.

Custo
Os preços e velocidade desse serviço ainda não estão definidos. Testes já realizados no país mostram que a conexão pode chegar a 21 megabits por segundo (Mbps), mas essa velocidade não será, necessariamente, repassada em sua totalidade para os consumidores.

Para adotar essa alternativa, os futuros usuários não precisarão fazer substituições no sistema elétrico – a não ser que ele já esteja bastante deteriorado. O único investimento extra necessário para esse internauta é o modem BPL (com visual parecido ao de uma fonte para carregar bateria de notebooks), que leva a conexão da tomada até o PC.

Entenda o que muda com o novo sistema
Estrutura existente. A principal vantagem dessa tecnologia, que fornecerá acesso à web pela tomada, é o fato de ela aproveitar uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis.

Tecnologia. Para ser oferecida comercialmente, a internet via rede elétrica (também chamada de BPL, sigla em inglês para broadband over power lines) ainda depende de um acordo entre as empresas de telecomunicações e as concessionárias de energia elétrica. Marcos de Souza Oliveira, gerente de engenharia do espectro da Anatel, acredita que essa tecnologia pode chegar oficialmente ao mercado no segundo semestre de 2009.

Vantagens. A tecnologia é particularmente vantajosa por dispensar a criação de uma estrutura considerada cara – como a de cabeamento – em regiões do país onde a internet rápida ainda não chega. No caso da BPL, a transmissão de dados é feita por meio da estrutura já existente de distribuição de energia elétrica.

Envio. Os dados podem ser enviados diretamente do provedor de acesso para a rede elétrica até chegar aos usuários. Também é possível mesclar a forma de transmissão onde já existem outras estruturas: a conexão pode ser feita via cabo a partir do provedor até a região de um prédio. Se o edifício não tiver cabeamento, por exemplo, a conexão pode continuar sendo feita via rede elétrica até os apartamentos.

Faturas. Para os usuários dessa alternativa, a conta de luz continuará separada daquela referente à web. Trata-se da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes. Em vez de transmitir somente luz, a fiação elétrica também passará a fornecer acesso à internet. Segundo ele, cada tipo transmissão será feita através de frequências diferentes e, por isso, um serviço não vai interferir no outro.

Fonte: A Gazeta (http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/a_gazeta/materia.php&cd_matia=526596)


GVT lança banda larga de 100 megas

Julho 31, 2009

São Paulo
A partir da próxima segunda-feira, moradores de Vitória e de Vila Velha vão poder contratar internet banda larga com velocidade entre 3 e 100 megabites por segundo (MBps), a partir de R$ 49,90.

O serviço será oferecido pela GVT, que está há três meses no mercado capixaba. O lançamento oficial da internet rápida, que inclui também velocidades de 10, 15, 35 e 50 MBps, aconteceu ontem, em São Paulo.

O cliente que contratar os pacotes acima de 10 MBps vão ganhar o modem. Segundo o vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto, nem todos os equipamentos comportam a velocidade oferecida.

“Há fatores externos que acabam interferindo na velocidade da internet. Se o cliente que contratar o pacote de 10 Mbps não tiver um modem ADSL 2+, a velocidade dele não vai atingir os 10 MBps. Por esse motivo a GVT está oferecendo gratuitamente o modem dentro do pacote”, ressaltou.

Troller destacou que os valores não são promocionais, ou seja, não têm prazo para terminar. É válido enquanto a pessoa for cliente da GVT.

No caso da velocidade de 3 MBps o plano é de R$ 49,90; 10 MBps, de R$ 69,90; 15 MBps R$ 99,90, 35 MBps R$ 199,90, 50 MBps, R$ 299,90 e a internet de 100 MBps sai por R$ 499,90.

“Em Vitória e Vila Velha, 90% dos clientes GVT têm internet de 10 MBps, que adquiriram no plano promocional por R$ 59,90. Após o término do contrato de um ano ele vai poder migrar para um dos pacotes lançados tendo a mensalidade fixada”, ressaltou.

Para adquirir um dos pacotes de internet banda larga é preciso contratar a telefonia fixa da GVT ou realizar a portabilidade para a empresa. Os pacotes variam de valores, dependendo do plano de minutos do telefone fixo que o cliente contratar.

A instalação da internet rápida ocorre em até 30 dias por exigir a instalação de cabo de fibra para garantir a velocidade. Nas demais, o prazo é de sete dias.

Procura surpreende a empresa
A atuação da GVT em Vitória foi um dos principais assuntos abordados durante a apresentação da nova “família de ultravelocidade” da empresa. O vice-presidente de Marketing e Vendas da GVT ressaltou que a demanda em Vitória e Vila Velha foi 160% maior do que eles estimavam. “A procura do capixaba pelos serviços da GVT surpreendeu todas as nossas expectativas, e por isso alguns transtornos vêm acontecendo nas instalações dos produtos. A média normal da instalação é de três dias. No Espírito Santo está sendo de sete dias. Reforçamos nosso quadro de técnicos para atender a essa demanda surpreendente”, prometeu.

Serviços nos bairros

Onde estão disponíveis

Em Vitória Jardim Camburi, Jabour, Segurança do Lar, Sólon Borges, Antônio Honório, Morada do Camburi, Santa Luzia, Praia do Canto, Santa Lucia, Barro Vermelho, Santa Helena, Enseada do Sua, Bento Ferreira, Monte Belo, Ilha de Santa Maria, Centro, Parque Moscoso, Vila Rubim, Boa Vista, Horto, Ilha do Príncipe, Maria Ortiz, Jesus de Nazareth, Nazareth, Forte de São Paulo, Maria Cypreste, Goiabeiras, Itararé, Gurigica, Ilha Bela, Consolação e Santa Clara.

Vila Velha Praia da Costa, Centro, Olaria, Ilha dos Aires, Cristovão Colombo, Divino Espírito Santo, Praia de Itapoã, Soteco, Glória, Boa Vista, Ilha das Flores, Praia de Itaparica, Aribiri, Santa Inês, Centro.

Fonte: A Gazeta (http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/a_gazeta/materia.php&cd_matia=523121)


Site que monitora endereços suspeitos da internet

Junho 16, 2009

Estava navegando na internet e encontrei um site muito interessante para administradores de rede, como eu. O objetivo do site é monitorar os ip’s que são considerados “ofensivos”, ou seja, hosts que estejam fazendo um “port scan” em ranges de ip, a procura de máquinas vulneráveis, pode ser uma proliferação de vírus, etc.

O site http://www.cimsuyu.com/ apresenta uma listagem de hosts que são monitorados e mostra as portas abertas desses hosts. Ele indica o ip de origem, a data e hora do último monitoramento, o país que o host faz parte e outras informações pertinentes ao objetivo do site.

O principal é o motivo que aparece no site para que o ip seja considerado um ip ofensivo. No campo “Types of Offensive Actions by” você terá a causa para que o ip monitorado está listado como um host problemático.

Vale a pena conferir.


Operação da PF prende 50 acusados por desviar dinheiro pela internet

Maio 28, 2009

Folha Online

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (28) a operação Trilha, a fim de combater uma quadrilha acusada de clonagem de cheques, cartões de crédito e desvio de dinheiro de contas bancárias pela internet em 12 Estados. A PF ainda não divulgou a quantia desviada com as fraudes. De acordo com a assessoria do órgão, até o final da manhã, 50 pessoas tinham sido presas.

O objetivo é cumprir 120 mandados de prisão preventiva, 19 mandados de prisão temporária e 136 mandados de busca e apreensão.

Divulgação/PF
Dinheiro apreendido na operação Trilha que, até o final da manhã de hoje, prendeu 50 pessoas em 12 Estados brasileiros
Dinheiro apreendido na operação Trilha que, até o final da manhã desta quinta-feira, prendeu 50 pessoas em 12 Estados brasileiros

Segundo a PF, os acusados usavam e-mails falsos para disseminar programas para captura de senhas bancárias. Além disso, eles também são acusados de instalar câmeras em caixas eletrônicos para filmar as pessoas digitando as senhas –”ao mesmo tempo em que outro dispositivo clonava os dados do cartão”, diz a PF.

Depois de furtar os dados, eles faziam transferências de dinheiro para a conta de “laranjas”, executavam compras pela web e pagavam boletos bancários.

“Os presos serão indiciados pelos crimes de formação de quadrilha, furto qualificado mediante fraude, tentativa de furto e estelionato”, afirma a PF, em nota.

Os Estados em que acontece a operação são: Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rondônia, São Paulo, Tocantins e Goiás.


Mapeamento passivo no Linux: p0f

Abril 30, 2009

Achei interessante um capítulo do Livro “Segurança em rede sem fios” de Nelson Rufino, no tocante ao assunto de mapeamento passivo. Existem várias ferramentas para visualizar as movimentações de dados pela rede, sem necessariamente está autenticado à rede alvo.

Testei e gostei muito da ferramenta “p0f” (letra P, número zero, letra F). Tem no repositório do ubuntu e para instalar, basta digitar o seguinte comando como root:

apt-get install p0f

Para executar a ferramenta, basta digitar o comando abaixo, logado como root:

p0f

Ou se preferir, pode informar em qual interface você quer “escutar” a rede alvo:

p0f -i wlanO

Essa técnica é muito interessante quando se quer observar os possíveis alvos, sem ser notado.

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito


GVT investe R$ 50 milhões para lançar operações em Vitória e Vila Velha

Abril 23, 2009

Curitiba – Foco da operadora serão grandes empresas com atuação nas duas cidades capixabas; rede tem 450 quilômetros.

Por Fabiana Monte, editora-assistente do COMPUTERWORLD

22 de abril de 2009 – 18h15

A GVT investiu 50 milhões de reais para iniciar suas operações nas cidades de Vitória e Vila Velha (ES), segundo comunicado divulgado pela operadora nesta quarta-feira (22/04). A companhia oferecerá serviços de telefonia fixa e banda larga para empresas e consumidores finais nas duas cidades capixabas.

“Queremos ganhar mais market share no mercado corporativo, mas sem desprezar o residencial”, diz Mauro Monteiro da Fonseca, diretor regional da GVT, acrescentando que análises da operadora mostraram que existe demanda produtos de banda larga e atendimento corporativo nas duas cidades.

>> Participe das discussões sobre telecom na CW Connect

O foco principal da operadora, afirma o executivo, serão as grandes corporações, como Garoto e Vale do Rio Doce, sem, no entanto, revelar qual é a expectativa de market share da região que a companhia espera obter até o fim do ano.

Com o investimento, a GVT começa sua operação no Espírito Santo com capacidade inicial para ativar até 55 mil linhas de voz e acessos à internet banda larga (ADSL). De acordo com a GVT, nas duas cidades a rede em operação soma 450 quilômetros e cobre 70% dos estabelecimentos comerciais e 53% das residências.

No lançamento, a GVT estará presente em 37 bairros de Vitória e 14 de Vila Velha, com possibilidade de ampliação “conforme estudos de viabilidade e demanda”. Segundo a companhia, as operações nas duas cidades geraram mais de 850 empregos diretos e indiretos.

Para as empresas de pequeno e médio porte, a empresa provê soluções que abrigam na mesma conta telefônica várias linhas e permitem ligações grátis entre diferentes endereços. Para grandes corporações, as opções são serviços convergentes que reúnem facilidades da telefonia convencional.

O Espírito Santo é o segundo Estado da região Sudeste onde a GVT lança seus serviços – que chegaram a Belo Horizonte em 2007 e a Salvador em 2008. Além dessas cidades, a companhia está presente em 14 Estados, além do Distrito Federal com ofertas para todos os segmentos de mercado. No Rio de Janeiro e em São Paulo, a empresa atua exclusivamente no mercado corporativo. Ainda este ano, a operadora deve lançar suas ofertas em outra grande cidade brasileira.

Fonte: ComputerWorld (http://computerworld.uol.com.br/telecom/2009/04/22/gvt-investe-r-50-milhoes-para-lancar-operacoes-em-vitoria-e-vila-velha/)

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito


Saiba como enviar mensagens de celular gratuitas

Fevereiro 13, 2009

STEFHANIE PIOVEZAN
colaboração para a Folha de S.Paulo

Não é preciso gastar dinheiro para enviar mensagens de texto para celulares. Nos sites das operadoras e nas páginas que concentram serviços é possível enviar torpedos gratuitamente.

Para enviar mensagens para celulares da Claro pelo site da operadora (www.claroideias.com.br), não é necessário fazer cadastro nem ser cliente da empresa. É possível, por exemplo, preencher o campo “De:” com o número de um telefone fixo. “É uma forma eficiente de comunicação e uma ferramenta importante para o estímulo ao uso do torpedo”, diz a empresa.

Em mundooi2.oi.com.br/servicostorpedo, também não é necessário fazer cadastro para enviar mensagens gratuitas para celulares da Oi.

Diferentemente da Claro e da Oi, a Vivo (www.vivo.com.br) permite o envio de torpedos gratuitos após cadastro, no qual o cliente da operadora precisa preencher o campo CPF com o número do documento do titular da linha.

A empresa diz que, em breve, disponibilizará o envio de SMS, para celulares da Vivo, para não-clientes
Já a TIM, que oferece o sistema de envio de torpedos pela internet, cobra R$ 0,39 –debitados dos créditos ou cobrados na próxima fatura– por SMS.

Apesar de não serem autorizados pelas empresas de telefonia, sites como o www.torpedogratis.net permitem o envio de mensagens gratuitas.

Criador do site, Marcelo Medina diz que o intuito é facilitar o uso do serviço que, nas páginas das operadoras, costuma não estar em evidência.

“Utilizo o próprio site das operadoras. O sistema faz apenas uma intermediação”, diz. Nos testes realizados pela reportagem, a página se saiu bem no envio de mensagens para celulares da Claro.

Programa gratuito

Nos EUA, o envio de torpedos gratuitos não está vinculado às operadoras. Programas como o Cherple –ainda sem previsão de lançamento em outros países–, que permite o envio de torpedos de computadores com Windows ou Mac conectados à rede para quaisquer celulares com wireless, respondem pelo envio de mensagens.

Fonte: FolhaOnline (http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u502850.shtml)

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito


Google Earth lança serviço de observação de oceanos em 3D

Fevereiro 2, 2009

O Google Earth, que permite aos internautas uma turnê pelo mundo virtual em 3D, envereda agora para as profundezas submarinas: a versão do “Ocean”, lançada nesta segunda-feira (2), traz o programa com a intenção de aprimorar o conhecimento sobre a vida oceânica.

A partir de agora, o internauta pode navegar nas zonas abissais no oceano ou no mar escolhido. Posteriormente, informa o Google, rios e lagos serão acrescentados nas próximas versões.

Reprodução
Serviço de mapas 3D Google Earth lança o Ocean, que permite a visualização de oceanos e mares, de acordo com escolha do internauta
Serviço de mapas 3D Google Earth lança o Ocean, que permite a visualização de oceanos e mares, conforme escolha do internauta

“Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e, no entanto, são pouco explorados pelo homem”, destacou Florence Diss, responsável pelas parcerias geográficas do grupo.

O Google informa ainda que será possível navegar em torno de vulcões submarinos representados em três dimensões, acompanhar a viagem de uma baleia ou visitar a Grande Barreira de Corais na Austrália. O “Ocean” se dirige tanto à comunidade científica quanto ao grande público, que poderá partilhar suas experiências on-line –como, por exemplo, os melhores locais para surfar.

Os internautas terão informações e fotos, além de vídeos sobre 20 temas, tais como zonas marinhas protegidas, além de observar a evolução da fauna e das “zonas mortas”, onde o oxigênio é muito raro para que haja vida.

Cerca de mil sequências filmadas estão disponíveis, principalmente imagens de expedições comandadas pelo francês Jacques Cousteau –algumas das quais são inéditas, segundo o Google.

“Ocean” é antes de tudo uma operação de marketing para o grupo americano, que diz querer “sensibilizar nossos contemporâneos para os perigos que ameaçam os oceanos.”

Fonte: Folha On Line

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito


Conexão à internet vai poder ser feita pela tomada

Janeiro 20, 2009

E se a sua conexão fosse através da rede elétrica? Apesar de soar estranho para muita gente, a tecnologia já existe, é empregada em mais de 40 países e vem sendo explorada comercialmente em pelo menos 20 deles.

No Brasil, o sistema está em fase de testes. No final de 2008, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalizou consulta pública que vai servir de base para a elaboração do padrão brasileiro de internet por rede elétrica.

“É uma possibilidade adicional ao que já existe hoje. A sua vantagem está na área de cobertura, já que a rede elétrica atinge cerca de 98% do país”, avalia o gerente de Engenharia do Espectro da Anatel, Marcos de Souza Oliveira.

Para saber mais sobre esse tipo de tecnologia e o que tem sido feito no Brasil, confira a entrevista com o gerente de Tecnologia de Infra-estrutura de Redes do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Rogério Botteon Romano.

O centro é um dos pioneiros no país em estudos e aplicações da tecnologia Power Line Communications (PLC) para conexão à internet. E atualmente está à frente de dois estudos de aplicação em residências.

Que projetos o CPqD vem desenvolvendo para o fornecimento de internet por rede elétrica?
Temos atuado em parceria com a Eletropaulo Telecom, em São Paulo, e com a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), no Paraná. A primeiro tem atendido entre 250 e 300 prédios na Grande São Paulo e a segunda, em fase de implantação dos testes para cerca de 300 usuários.

Como está o avanço desses estudos?
Além da análise do funcionamento, também temos planos para melhoria da performance e a realização de testes de laboratório com os fabricantes de equipamentos para conexão via PLC.

Como é a performance desse tipo de conexão?
Na primeira geração, que funcionou por volta de 2001 a 2005, a velocidade não era tão alta e a freqüência não superava os 30MHz. Mas com a tecnologia recente, a performance está muito melhor, mais estável e podemos atingir velocidades de até 100 Mbps.

Essa velocidade é maior do que a encontrada nas outras formas de conexão à internet?
Não existe maior ou menor velocidade que outras tecnologias. Depende, na verdade, da rede implantada. A nossa rede elétrica não foi projetada para esse fim, então, é necessário que sejam feitas implementações para que isso seja possível, com estabilidade. Mas a tecnologia está evoluindo.

E o risco de interferência de equipamentos elétricos?
Isso está mais estabilizado com a nova geração. Os atuais equipamentos já filtram as freqüências, procurando eliminar as interferências. A tendência é evoluir bastante esse quadro.

Podemos esperar para breve a comercialização desse tipo de conexão?
Antes do final deste ano, dificilmente veremos grandes investimentos nessa área. É assunto para mais um ano de discussão. Há muitas empresas grandes nesse cenário, além das concessionárias de energia, que têm interesse em entrar nesse tipo de negócio.

Fonte:  Gazeta On Line

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito


Como evitar que estranhos peguem carona em sua conexão Wi-Fi

Janeiro 19, 2009

A dica a seguir ajuda a solucionar problemas em redes Wi-Fi com sinal fraco, mas algumas pessoas têm o problema oposto: seus roteadores oferecem um sinal forte o suficiente para ir além das suas ‘quatro paredes’. Nesses casos, é possível que vizinhos importunos e indesejados estejam pegando carona em seu acesso da internet.

Mesmo que você não se importe em compartilhar, pode ser que seu plano de banda larga tenha limite mensal de utilização. Serviços de torrent – ainda mais compartilhados, podem fazer você estourar sua cota mensal.

Segurança - Se alguém além dos limites desejados consegue captar o sinal de sua rede sem fio, pode, também ser capaz (desde que saiba como!) ter acesso a seus arquivos e dados se quiserem.

Uma maneira básica de impedir isso é colocar uma senha em sua rede wireless e adotar algum tipo de criptografia – a maior parte dos roteadores wireless atuais oferece diversos tipos de criptografia; sugerimos usar a WPA.

Tal método pode ser insuficiente, por exemplo, se seus filhos resolverem contar para os amigos a senha da rede Wi-Fi, quem sabe para conectar algum console sem fio. 

Para resolver isso, você pode acrescentar habilitar um mecanismo de segurança adicional que os roteadores sem fio oferecem. Trata-se do filtro de endereços MAC, disponível a partir na aba se configurações de segurança do roteador.

Os endereços MAC são um conjunto único de números em hexadecimal que identifica cada um dos equipamentos de tecnologia. O PC, o notebook e qualquer outro dispositivo que possa ser ligado em rede possui um endereço MAC único.

Você terá que gastar alguns minutos para descobrir cada um deles. Nos PCs, isso pode ser feito, por exemplo, digitando ipconfig no prompt de comando do Windows.

De posse dos endereços MAC de todos os equipamentos que poderão ter acesso à sua rede Wi-Fi, entre na configuração do roteador e cadastre cada um deles lá. 

Dessa maneira, apenas os equipamentos cadastrados poderão usar os recursos da rede Wi-Fi, mesmo que a senha seja de conhecimento de outras pessoas.

Fonte: Uol Tecnologia

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito